sexta-feira

Concurso- a primeira semi- final

A nossa estreia no concurso da Escolinha, não podia ter corrido melhor!


Os Botões Mágicos e Os Futebolistas representaram de forma exemplar a nossa turma.

Ambas as equipas se equiparam a rigor... ESPECTACULAR!


O seu desempenho foi EXCELENTE!
Apesar da ansiedade e do "nervoso miudinho"que sentiam, tudo foi uma animação!













O texto que Os Futebolistas apresentaram para ser avaliado pelo júri, passou uma mensagem muito importante a todos os que o escutavam!...


Nós somos os Futebolistas
E à bola sabemos jogar
Somos todos muito amigos
Como agora vamos explicar

Eu sou a Amizade
A todos eu quero dizer
Que sem mim nada se constrói
A todos quero ensinar a viver

No jogo e na vida
Lealdade é essencial
Ser fiel a uma amigo
Torna este jogo bestial!

Eu sou a Alegria
Que todas as equipas têm de ter
Logo que eu chego
Começa tudo a mexer...
Se entre todos houver Confiança
Uma relação forte vamos construir
E ao longo da nossa vida
Nada nos vai desunir!

Eu represento o Amor
Que numa equipa não pode faltar
Sempre que eu estou presente
A minha equipa fica a ganhar

Eu sou o Respeito
Que com os meus colegas quero partilhar
Sem respeito, não há vida
Sem respeito, não consigo jogar!

Ao brincarem com as palavras e com o nome da sua equipa, Os Botões Mágicos a todos deliciaram com a sua apresentação...


Nós somos os Botões Mágicos
Magia vamos fazer
Correr, saltar e brincar
E tudo aprender

Somos rosa e divertidos
Gostamos de andar em vestidos...
Gosto de ganga e aventura
Na roupa, fico uma loucura!
Sou preto e formal
Em nenhuma roupa fico mal...

No uniforme estou presente
E ando sempre contente!...

A nossa Escolinha é mágica
Nós gostamos de aqui estar
Sempre com a professora
Pronta pra nos ajudar...!

Ambas as equipas foram umas verdadeiras vencedoras, assim como os papás que apoiaram de forma exemplar, esta iniciativa... PARABÉNS A TODOS!

domingo

Metendo as mãos na massa...

Ainda no âmbito das experiências, decidimos testar a solubilidade da farinha em água.

Juntámos a água e a farinha, colocámos ao lume e eis que começou a formar-se uma massa consistente, espessa...a farinha não se dissolvia!

Para bem da verdade, a intenção da professora era que com ela moldássemos as personagens da história O Feiticeiro de Oz... mas algo não correu bem! A massa ficava agarrada nas nossas mãos, mas não faz mal, divertimo-nos bastante ao sentirmos a sua textura!

O mundo como laboratório - a água

Já todos sabíamos que a água é um bem precioso... Por isso, fomos aprender mais sobre ela!

Começámos por estudar as suas propriedades. Alargámos o nosso vocabulário ao constatarmos que a água pura é insípida, incolor, transparente e inodora.



De seguida, fomos verificar, num conjunto de substâncias, quais são as que se dissolvem na água (solúveis) e as que não se dissolvem (não solúveis).

Ao adicionarmos algumas substâncias (chocolate em pó, concentrado de laranja, açúcar, sal) verificámos que as propriedades da água se alteraram...
A água passou a ter cheiro, cor e sabor!

Adoramos fazer novas descobertas!

sexta-feira

O mundo (e a Escolinha) como laborátório- Um mundo de texturas

As texturas dos materiais são todas iguais?

Nada melhor que começar a investigar!...



Partimos à descoberta das texturas existentes nos diferentes materiais da Escolinha.

Liso?

Áspero?

Rugoso?
Como investigadores concluímos...
Na Escolinha existe uma mundo de texturas!

quinta-feira

Multiculturalidade - O elefante da ciência

Na Índia, o elefante é um animal muito estimado. Para os indianos é um amuleto e um dos símbolos da ciência e da sabedoria.



Foi muito interessante descobrir que o elefante indiano:


. reconhece, depois de muitos anos, o caçador que o tentou matar, pois tem uma excelente memória;

. é usado como animal de carga para muitas tarefas;

. se for treinado com paciência e persuasão em vez de à força,será dócil e obediente.
. é herbívoro

. nada bem e passa horas na água. Não faz isso por brincadeira, mas como não tem glândulas sudoríparas tem que molhar-se continuamente, senão a sua pele racha.

Foi muito interessante!

Multiculturalidade - O alfabeto Indiano

Esta semana ficámos a saber que o Alfabeto Indiano é bem diferente do nosso!

Como somos muito curiosos e gostamos muito de aprender, não hesitámos quando a professora lançou o desafio de escrevermos e lermos algumas palavras com o alfabeto Indiano.




Adorámos a experiência...!

Magusto- A lenda do Verão de S. Martinho

Com a aproximação do Magusto, ouvimos a Lenda do Verão de S. Martinho.

Ficámos a saber que as lendas fazem parte da tradição oral. Esta deixou-nos particularmente fascinados com a lição de coragem, generosidade e amor ao próximo, que o general Martinho deixou como herança...

Ilustrámos e legendámos a lenda e o nosso empenho foi bem visível!

No Magusto comemos castanhas, divertimo-nos e aproveitámos, mais uma vez, para estreitar laços com os nossos "padrinhos".




Foi uma grande animação!

A teia da amizade

A teia da nossa amizade vai sendo tecida com muita tolerância e paciência...


Aos poucos, os laços que vamos criando tornam-se fortes, resistentes!

É muito bom ouvir os nossos amigos dizerem por que razão gostam de nós...

... e poder dizer o que sentimos por eles, é ainda melhor!

domingo

Surpresa assustadora...

Para assinalar o Dia das Bruxas, vestimo-nos a rigor.

O Thriller foi a canção por nós utilizada para surpreender os nossos amigos.

Foi uma surpresa assustadoooooora!

Miminhos que sabem tão bem...!

Os nossos "padrinhos" vieram visitar-nos.


Surpreenderam-nos com uma carta muito carinhosa que nos deixou muito felizes!



É tão bom criar laços de AMIZADE...!

Criar laços...

O conto O Principezinho, e mais concretamente o capítulo que descreve o diálogo entre este e a Raposa, fizeram-nos reflectir sobre a importância da criação de laços de amizade.

"... se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo..."

Com o jogo "Gosto de ti porque..." fomos capazes de dizer aos nossos amigos que estamos "presos" a eles e que sentimos que "ficámos responsáveis, para todo o sempre, por aquilo que está preso a nós..."